terça-feira, 20 de dezembro de 2016

Vinte e oito

Nunca tive o meu dia de aniversário como algo de especial ou merecedor de celebração. No entanto, nos últimos anos, o mundo que o universo me dá tem-me oferecido um dia surpreendente a cada ano que passa.
A chegada aos vinte-e-oito não foi excepção, mas foi excepcional. Dou por mim a uns três mil quilómetros de casa, vivendo o que podia dar uns três mil quilómetros de linhas de texto mas que as palavras pouco podem dizer.
Palermo tem os seus muitos encantos de lá e de cá, e fiz questão de os viver a todos. Comida, cultura, beleza, pessoas, comida, experiências e comida.

Chego ao fim e percebo que foram vinte-e-oito anos de um mundo a gostar de mim. Vinte-e-oito anos de felicidade. Uma eternidade de gratidão.

8 comentários:

Aceitam-se pires de amendoins.