Quase silenciosamente, um carro eléctrico passa.
No passeio, dois homens na casa dos sessenta olham e abanam a cabeça, comentando a modernice que acaba de passar à sua frente. As suas expressões são as mesmas que teriam se o neto preferido chegasse a casa com o nome da namorada de duas semanas tatuado na testa.
Eco dos tempos.