Se há coisa que ninguém pode negar que Lisboa tem de bom é... a beleza dos pastores alemães que por aqui andam!
terça-feira, 21 de fevereiro de 2017
terça-feira, 7 de fevereiro de 2017
Freaky freaky
Quando os freaks deixam de ser freaks, é porque passaste a ser um deles? Ou porque reparas que afinal não existe freakness no mundo?
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017
Aleatoriedades da noite
Meia-noite.
No Parque Eduardo VII está alguém a tocar flauta*.
É uma música d' O Senhor dos Anéis.
*Sim, uma flauta daquelas dos putos do quinto ano.
segunda-feira, 30 de janeiro de 2017
Pequeno diário 116
Nos seus setentas, a dona do café está à porta do estabelecimento e cumprimenta quem entra. Despachada, despacha logo os cumprimentos.
"Bom dia, senhor Cassiano! Vai-se andando, muito obrigada!"
Só depois disso é que o senhor Cassiano lhe deseja os bons dias e pergunta se está tudo bem com a vida.
sábado, 21 de janeiro de 2017
Banhos de Sábado
O gato apanha banhos daquele sol de início de tarde, naquela pequena varanda onde mal cabe, neste Inverno mais frio que o normal.
As janelas estão abertas. Lá dentro alguém arruma o que sobra de um almoço de Sábado. Eu saio de casa a pensar que vou apenas sair, mas das janelas abertas soam os acordes de um fado, dumas colunas que propositadamente estão com mais volume que o normal.
Afinal não saio apenas de casa. Afinal, tal como o gato, apanho banhos de sol, de Lisboa, e de fado.
sexta-feira, 30 de dezembro de 2016
Dezassete
Se dois-mil-e-quinze foi o ano de quebra de ciclos, de reset, dois-mil-e-dezasseis foi o ano de construção de bases. Foi o ano de criar o local onde se pode crescer, o ano de conhecer, re-conhecer, des-conhecer. Foi um ano em que as coisas boas foram muito boas, e as coisas más foram a semente de coisas boas.
Foi, acima de tudo, um ano que se resume a uma palavra: gratidão.
Dois-mil-e-dezasseis, a ti e aos teus que foram meus, o meu mais sincero agradecimento.
Dois-mil-e-dezassete, Rui Pi enviou-lhe um pedido de amizade.
terça-feira, 20 de dezembro de 2016
Vinte e oito
A chegada aos vinte-e-oito não foi excepção, mas foi excepcional. Dou por mim a uns três mil quilómetros de casa, vivendo o que podia dar uns três mil quilómetros de linhas de texto mas que as palavras pouco podem dizer.
Palermo tem os seus muitos encantos de lá e de cá, e fiz questão de os viver a todos. Comida, cultura, beleza, pessoas, comida, experiências e comida.
Chego ao fim e percebo que foram vinte-e-oito anos de um mundo a gostar de mim. Vinte-e-oito anos de felicidade. Uma eternidade de gratidão.
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