O novo detergente da louça cá de casa tem aloé vera e pepino. O raio dos pratos vão ter a pele mais hidratada que eu!
quarta-feira, 24 de agosto de 2016
quarta-feira, 10 de agosto de 2016
Minuins
Há um ano, estava quase tudo bem. Tudo mal mas quase tudo bem.
Um ano depois, está tudo mais do que bem.
Vinte anos depois, sou o super-herói que queria ser quando era puto.
A vida é feita de pequenos prazeres. Mas, às vezes, parece que a minha vida é, toda ela, um grande pires de amendoins e uma pipa de coca-cola.
quarta-feira, 27 de julho de 2016
Pequeno diário 108
Aquele momento nocturno em que tenho tanto calor que me sinto preso dentro da minha própria pele.
Pensamento profundo, dizem...
segunda-feira, 18 de julho de 2016
Ready for the walk of fame
sexta-feira, 8 de julho de 2016
Pequeno diário 107
Cheira a silicone na Conde Redondo. Não sei se é das obras ou das meninas que fizeram obras...
terça-feira, 28 de junho de 2016
As mulheres e os cabrões
Aviso: a seguinte teoria contém generalizações e possíveis estereótipos. Qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência, ou enfiamento de carapuça.
Paralelamente ao dito popular de que "os homens são todos iguais", existe também o conhecimento geral de que "as mulheres gostam é dos cabrões". Elas queixam-se que só se relacionam com cabrões... mas se é isso que acontece, até se pode pensar que elas, afinal, gostam desse tipo de exemplar maligno do género masculino.
E porquê?
Porque enquanto as mulheres têm um cabrão ao lado delas, têm um bode* expiatório. O cabrão é a fonte de todos os males da relação. A culpa será sempre dele em todas as situações. Porque se há coisa que as mulheres têm dificuldade em fazer é lidar com a sua própria culpa, quando são elas que fazem as asneiras na relação. Com um cabrão ao lado, a culpa nunca é delas, mas quando o mais-que-tudo é boa pessoa, eventualmente elas terão de dar o braço a torcer, e se isso custa a qualquer pessoa, custa ainda mais às fêmeas.
Talvez seja aquele lado maternal primitivo. Mulheres são sempre mães... dos filhos, dos namorados, dos maridos, dos amigos. E "mãe" é sempre aquele posto de poder onde a ausência de razão não chega. Um não-cabrão obriga a abdicar desse posto (ou então a ser mãe de si própria) e aí... é que a cabra torce o rabo.
*Piada caprina intencional, mas não mal intencionada.
segunda-feira, 20 de junho de 2016
Idade
Vejo-me sempre como um eterno puto a viver num mundo de crescidos. Seja normal, seja distúrbio, seja complexo, vejo-me sempre com uns anos físicos e mentais a menos do que na realidade.
Até que visito a minha terra natal, dou uma volta, e reparo que a maioria dos putos que vejo na rua podiam perfeitamente ser meus filhos. Quando é que isto aconteceu?
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