segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Pequeno diário 100

Hoje, vou comprar amendoins.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Pequeno diário 99

Começar a semana por obrigação. Chegar ao fim dela inspirado.
Experiências inesperadas transformam as maiores perdas de tempo nas maiores aprendizagens.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Shine on whenever

Neste mundo, existem dois tipos de pessoas: aquelas que ouvem o meu toque de chamada do telemóvel e dizem "Pink Flooooyd!", e aquelas que ouvem o meu toque e dizem "Olha! Shakira!".

Julgo as pessoas com base da reacção.

P.S.: Pink Floyd. O meu toque de chamada é Pink Floyd.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Cidreira

Nos tempos de escola, chá de cidreira tudo curava.
Enjoo? A auxiliar dá um chá de cidreira.
Vómito? As senhoras do bar sugerem chá de cidreira.
Bate-se com a cabeça e leva-se três pontos e uma cicatriz para a vida? No regresso à escola, nada melhor que um chá de cidreira.
Cai-se a jogar à bola e esfola-se o joelho, inundando o chão de sangue? Na enfermaria é um pouco de água oxigenada e um chá de cidreira.

Ontem a meio da tarde tossi duas vezes. Desci dois pisos, aproximei-me do balcão, e era uma nata com canela e um chá de cidreira, se faz favor.

quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Dezasseis

Dois mil e quinze começou com um augúrio a entoar "Circle of Life". Não poderia estar mais certo!
O ano foi de ciclos, mais concretamente da finalização de uns e começo de outros. O melhor de tudo? A finalização de ciclos maus, estagnados, desevolutivos e o começo de ciclos em que a vida se constrói e anda para a frente (que, dizem, é o caminho). Pessoas, trabalho, casa... tudo mudou, e as portas abriram-se para um mar de possibilidades.

Toca a andar!

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Terço

"O teatrinho das "aparições" serve assim para trazer de volta a reza diária do terço, uma fórmula com tudo de paganismo religioso. Com a qual as pessoas que a reproduzem pensam, tal como os pagãos, que é no seu muito repetir as mesmas palavras, como uma cassete, que obtêm do seu Deus todo-poderoso, como o padrinho de uma grande máfia, a satisfação dos seus egoísmos individuais, familiares e corporativos. E não é que, cem anos depois, a reza do terço continua ainda a ser o que mais se realiza em Fátima, puro paganismo, pura alienação, pura beatice, nenhuma espiritualidade transformadora do ser-viver das pessoas e das sociedades?! Uma humilhação de todo o tamanho, que deveria envergonhar os clérigos que, com a sua presença em grande número, mas sempre bem à parte e bem acima das multidões e rodeados de honras e de privilégios, continuam a dar cobertura a toda aquela pantomina sem pés nem cabeça. Um vómito sagrado, milhões de vezes repetido, ao longo de cem anos, num país e num continente cada vez mais egoístas, insolidários, corruptos, exploradores, sem quererem saber das pessoas mais fragilizadas para nada. As quais, assim, ficam cada vez mais entregues à sua solidão e ao seu abandono, piores do que os cães e os gatos de estimação... Mas àquela imagem da senhora de Fátima é que não pode faltar nada, nem velas a arder dia e noite, nem clérigos, nem freiras, nem multidões humilhadas e carentes de tudo, nem dinheiro e ouro em quantidades inimagináveis, nem flores, nem andores, nem basílicas, nem bugigangas de recordação, nem sangue, nem lágrimas, nem gente a rastejar e ajoelhada, num sadomasoquismo de arrepiar..."

in "Fátima, S.A.", do Pe. Mário Oliveira

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Vinte e sete

Tenho um ano para me tornar numa estrela musical mundial!

Aceito CVs para o lugar de roadie.