Última semana de Outubro e ainda não ouvi "All I want for Christmas is you". Começo a recuperar a fé na humanidade.
segunda-feira, 26 de outubro de 2015
quarta-feira, 21 de outubro de 2015
Piiiiiii
Quis o universo brincar com a aleatoriedade e juntar na mesma casa lisboeta seis pessoas do norte.
É sempre um bom mata-saudades ouvir uns "foda-se", "caralho" e "puta que pariu" devidamente pronunciados. E também se fazem estrugidos.
segunda-feira, 12 de outubro de 2015
O negócio que faltava
Resolvi abrir um negócio em Lisboa, para servir a população com aquilo que lhe faz falta e ao que têm reduzido acesso. Vai-se chamar:
"Concept Hamburgueria Vintage Gourmet Sushi Gin Lounge"
terça-feira, 6 de outubro de 2015
Cups: the final frontier
Não sou propriamente daquele tipo de pessoas que diz e pensa: "andam a gastar tanto dinheiro na investigação espacial, quando podiam estar a usá-lo na descoberta da cura para o cancro", mas há coisas que me irritam.
Estamos em dois mil e quinze e existe já uma espécie de copo que foi especialmente criada para beber whisky no espaço, com todo um design que resolve os problemas da ausência de gravidade, quando se quer apanhar uma borracheira sem ser por palhinha. No entanto, ainda ninguém inventou um raio de um copo que não ganhe condensação por fora e que evite que as gotas de água pinguem sobre as minhas calças de cada vez que levo a bebida aos lábios. Das duas uma, ou tenho que me colocar em poses estranhas, debruçado sobre a mesa, para evitar este tipo de situação, ou acabo por parecer que me salpiquei todo quando fui ao quarto-de-banho.
Não entendo este mundo!
quinta-feira, 1 de outubro de 2015
Pequeno diário 96
A partir de hoje, pelo menos durante os próximos quatro anos, os pequenos diários serão sempre "Lisboa edition".
quinta-feira, 24 de setembro de 2015
Phantástico
Creio que já aqui dissertei sobre a minha opinião sobre os rótulos. Acho-os limitativos, castradores, impeditivos de liberdade. A existência de um rótulo implica que algo é estático, concreto, finito... a não ser que o rótulo se generalize, mas aí perde-se o seu sentido de rotular o que quer que seja. O rótulo descrimina. Compreendo a necessidade das etiquetas, uso-as, mas internamente rejeito-as tanto quanto possa.
Imaginem uma Utopia em que tudo era apenas existente, sem nome...
Se um smartphone não tivesse nome e se um tablet não tivesse nome, hoje viveríamos num mundo melhor, sem que tivéssemos que chamar a uma coisa o terrível nome de phablet.
sexta-feira, 18 de setembro de 2015
Bebé a bordo
Condutores de carros com o dístico "Bebé a Bordo" que não possuam, de facto, um mini ser-humano no automóvel, deveriam ser multados. É que eu sou uma pessoa que gosta de, frequentemente, acelerar de forma desenfreada no meio do transito e espetar uma valente traseirada no carro da frente, e quando vejo um auto-colante destes já não o faço. Acontece que, por vezes, quando ultrapasso o dito veículo alvo dos meus desejos de violência, verifico que afinal não existe nenhum bebé no habitáculo.
Considero isto um atentado à minha liberdade e uma desonestidade por parte do condutor da frente, e acredito que medidas sérias devem ser tomadas o mais rapidamente possível!
Subscrever:
Mensagens (Atom)