terça-feira, 18 de agosto de 2015

The Fraud Police

"I've had a problem feeling real all my life.
I didn't know until recently how absolutely universal that feeling is. For a long time, I thought I was alone. Psychologists have a term for it: imposter syndrome. But before I knew that phrase existed, I coined my own: The Fraud Police.
The Fraud Police are the imaginary, terrifying force of 'real' grown-ups who you believe - at some subconscious level - are going to come knocking on your door in the middle of the night, saying:
We've been watching you, and we have evidence that you have NO IDEA WHAT YOU'RE DOING. You stand accused of the crime of completely winging it, you are guilty of making shit up as you go along, you do not actually deserve your job, we are taking everything away and we are TELLING EVERYBODY."

in "The Art of Asking; or, How I Learned To Stop Worrying and Let People Help", de Amanda Palmer. 

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Pequeno diário 94

Tenho saudades de uma noite passada nos recônditos do Youtube a ver vídeos sinistros sobre mitos urbanos e conspirações, com a música dos X-files em loop.
Férias... aqui vou eu!

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Dúvida tipo de um qualquer grupo sobre tecnologias no Facebook

A minha namorada, que é prima de um grande amigo meu, que mora ali na zona de São Jorge da Murrenhanha, tem um Samsung Galaxy Sx, com 102 fotografias na galeria e umas 60 músicas em formato mp3, com um cartão microSD de 500 megas, e deixou-o cair na banheira cheia de água a 40 graus e com sais de banho com cheiro a lavanda, porque estava a fazer a depilação às virilhas ao mesmo tempo que jogava Candy Crush.
O que devo fazer?
Obrigado.
Abreijos.

sexta-feira, 31 de julho de 2015

Pequeno diário 93

Dormir. Dormir não resolve tudo, mas quase.
Ontem cheguei ao fim do trabalho a pensar que ia passar mais de metade do dia de hoje à procura de um problema. 
Hoje, ainda nem o computador tinha ligado, e já eu o tinha encontrado e descoberto a solução.

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Herrar é o mano

Sou apologista do "aprender com os erros". Talvez porque cometa muitos, talvez apenas porque acredito na constante evolução pessoal.
Sou especialmente apologista do "aprender com os erros dos outros". Claro que vivermos as coisas por nós próprios dá sempre outra perspectiva, mas os erros dos outros são fantásticos. Se aprendermos com eles, escusamos de ser nós a comete-los.
Apesar de todas as coisas positivas que podem nascer de um erro, por norma, errar implica sofrimento. Se calhar estamos sempre dependentes do sofrimento dos outros para que possamos avançar mais um degrau na escada da vida*.
Se calhar, uma alma caridosa deveria oferecer-se para errar por toda a comunidade. Uma corrente filosófica qualquer diz que uma acção é tanto melhor quando maior for o número de pessoas a quem causa bem-estar (ou algo do género, vocês perceberam a ideia!). A pessoa, eventualmente, iria ser beatificada, o que me parece compensação suficiente pelo sofrimento, e um grande número de indivíduos iria evoluir de forma muito menos penosa. O mundo seria um lugar melhor!


*Não confundir com escola da vida.

sexta-feira, 17 de julho de 2015

Pequeno diário 92

A forma como um trolha estereotipado reage quando passa uma gaja boa é a forma como eu reajo quando passa um cão fofinho.

quarta-feira, 15 de julho de 2015

Julgamentos de juízos

Por norma, não gosto de julgar as pessoas, e esforço-me para não o fazer. Mas há duas coisas que são mais fortes que eu e que fazem com que assuma logo que a pessoa em questão não tenha personalidade própria e/ou se ache o maior da rua dela no meio dos complexos de inferio-profundidade.

1- Pessoas cujo toque de telemóvel é o pré-definido.
2- Pessoas cuja legenda das fotografias do Facebook é uma frase quase sempre filosófica que nada tem a ver com a imagem em si ou o seu contexto.