segunda-feira, 8 de abril de 2013

Sexta-feira passada

Um pouco de realização profissional e científica
Dissertação sobre o background sentimental da Lana del Rey
Companhia de putos
Questionar a espiritualidade, a possibilidade, a existência, o ser
Boa música

E o raio da máquina fotográfica avariada

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Inteligência é uma maldição

A máquina de snacks aqui do trabalho é demasiado inteligente. Quando o produto não cai na gaveta, ela sabe que ele não cai então roda a espiral mais um bocadinho até aquilo descer. Se mesmo assim não vai lá, então a rede que apanha a embalagem sobe e desce até conseguir desempancar a coisa.

Bons tempos em que quando um pacote de batatas fritas empancava, a máquina devolvia o dinheiro e podíamos utilizá-lo para ter dois pacotes pelo preço de um...

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Daqui ali

Sei bem quanto é um centimetro. Sei ver visualizar mentalmente quanto mede um metro. Com jeitinho e um pouco de esforço consigo saber que daqui ali são cem metros. Mas, além desse limite, para mim a distância mede-se por tempo num carro.
Quantos quilómetros são de tua casa até casa dela? Meia hora.
E do trabalho até casa? Uma hora e pouco, dependendo dos camiões.
E do Algarve ao Porto? Umas cinco horas, fazendo uma média jeitosa.

Não me peçam para fazer conversões para barco ou avião, que eu nunca fui bom a matemática.

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Os books

A moda dos books não é nova. No entanto, não é a idade que a torna menos recorrente.
Desde os tempos do Hi5 que não é difícil encontrar um perfil social de alguém com uma galeria dedicada às fotos do belo do book.
A beleza é algo relativo, isso é mais que certo. Mas a miopia tem tratamento e a expressão facial de enjoo é comum e fácil de identificar, pelo menos aqui no ocidente. Será que ninguém repara que o resultado da sessão não é assim tão bom?
O fotografo tem as lentes assim tão embaciadas que não vê que o modelo está longe de, pelo menos, ter jeito?
Os amigos são assim tão falsos que não conseguem fazer uma chamada de atenção para dizer à pessoa que aquilo não é, de todo, bonito?
A própria pessoa está tão deslumbrada com o mundo da moda que não repara que aquela pose faz lembrar a miúda d'O Exorcista e que aquela cara anuncia vómito a qualquer altura?
A beleza é relativa, mas a quantidade mínima de dedos que uma testa deve ter... nem por isso...

quarta-feira, 27 de março de 2013

Coisas do cinema

Acho fantástico e não sei como é que ainda não há consultórios especializados neste tipo de terapia. Tampouco sei se se aprende a técnica em Enfermagem mas, pelo menos nos filmes, um paninho húmido é o que basta para limpar todo o tipo de feridas sejam grandes ou pequenas. A única diferença é apenas na quantidade de gemidos que o ferido emite: um homem geme sempre mais do que uma mulher.
Só de pensar que já levei três pontos na cabeça porque ninguem se lembrou de tratar de mim com um pano húmido...

segunda-feira, 25 de março de 2013

Ooooh sometimes...

Hoje à noite conheci a Etta James, tomei um café com ela e fizemos um dueto fantástico.

domingo, 24 de março de 2013

Que nojo...

Sentada à mesa do café, com a amiga, o seu rosto deprimido mostra uma dor que condiz com o tom com que proferiu as suas frases. "A novela está a ficar sem piada. Aquilo não avança. Já mete nojo...".
Demoro meio minuto a associar a real tristeza que ela transmite com as palavras que solta numa de muitas manhãs de Sábados. Dar-lhe-ia um ombro amigo se não estivesse com pressa.