Foi preciso a minha mãe criar um perfil no Facebook para eu, ao fim de vinte e quatro anos, descobrir que o nome dela não se escreve com acento.
quarta-feira, 19 de dezembro de 2012
terça-feira, 18 de dezembro de 2012
Pequeno diário 57
Na sala ali ao lado está a dar, alto e bom som, "Wind of change" dos Scorpions. Se bem conheço o pessoal que lá trabalha, a próxima música deve ser uma do Tony Carreira ou da Ágata.
segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
It's beef of cake
Facto 1: Rui Pi costuma usar palavras e expressões em inglês, especialmente quando comunica por escrito.
Facto 2: Rui Pi costuma comunicar via chat com o indivíduo X.
Facto 3: X pede a Rui Pi para não usar as expressões referidas no «Facto 1», porque não percebe nada.
A conversa:
X: O que achas desta frase? "frase em inglês, omitida por motivos de privacidade"
Rui Pi: Está fixe. Porquê?
X: Quero tatuá-la.
Rui Pi: E vais tatuar em inglês?
X: Em que língua iria ser?
Rui Pi fica offline.
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
O tamanho do buraco
Em várias situações da vida, o tamanho dos buracos é importante.
Especialmente quando se vai deitar pimenta na comida...
segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
Fashion victim
Moda é uma coisa que não me assiste.
Moda é uma coisa que não me assiste... de todo.
Quando era miúdo, o meu sonho era ter uns sapatos de verniz.
Usei calças de bombazina até meio da adolescência. Não fiz pala no cabelo com meio litro de gel. No ano em que surgiu a moda de os homens vestirem cor-de-rosa e usarem All Stars, eu fui ao meu baile de finalistas do secundário com uma camisa cor-de-laranja e sapatilhas Von Dutch a condizer.
Usei cabelo quase pelos ombros muito depois dessa moda ter começado. E já o corte "à foda-se" tinha saído do mercado há muito tempo quando eu decidi tirar a juba da frente dos olhos.
Só tenho um par de calças que se possa realmente de justas. Tenho pêlos nas pernas.
Moda é uma coisa que não me assiste... de todo.
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
Ovo ou galinha musicais
Quando ouvimos uma banda sonora, facilmente associamos um tema a uma determinada cena. Aquele género de música vai para a cena romântica, aquela parte vai para a fuga aventureira, aquele andamento é para o final boss...
Quando ouvimos uma música qualquer, facilmente associamos o que ouvimos a um momento da nossa vida, a uma história nossa inventada, a um evento qualquer...
Associamos, de forma quase uniforme e automática, certas construções musicais a certas situações.
A minha questão é: quem nasceu primeiro?
É o facto de estarmos habituados a ouvir aquele tipo de música associada àquele tipo de acção que nos faz pensar assim? Ou é a música que, por ser como é, é associada àquela situação?
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