terça-feira, 2 de outubro de 2012

Boom boom

Hoje iria tomar café comigo mesmo, logo há noite. Ler um livro na minha companhia, ao som de blues e de conversas alheias. As típicas companhias para aquele espaço de tempo entre o jantar e a cama começam a escassear, mas não é por isso que o tempo será perdido.
No entanto hoje há um boom boom que não me sai da cabeça. Poderia ser uma música foleira, poderia ser uma música interessante, poderia ser um jingle publicitário irritante... Mas não! É um boom boom a soar dentro do crânio, que só agora começa a amainar, mas que deu para dizer adeus a um bom dia, e que servirá para dizer adeus a uma boa noite.

Até amanhã.
Boom boom

sábado, 29 de setembro de 2012

Conceptual

A arte conceptual atrai-me, em especial a criação de criaturas. Gosto de ver ao que leva a imaginação de um artista, como consegue criar coisas novas a partir do nada, ou melhorar coisas que já existem. Interesso-me pelas possibilidades de gerar e pelo estudo daquilo que cada cabeça gera. 

                                                         
                                                                       
"Environment Comission"

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Aviso ao consumidor

Nestum de bolacha Maria não sabe a bolacha Maria.

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Pequeno diário 50

Chego a casa e o aquecimento está ligado...
Choro por ti, Verão!

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

A cruzinha

Sinto que me passam um atestado de burrice quando fazem uma cruzinha no local onde devo assinar, logo a seguir a coisas como "Assinatura" ou "Nome do ...".

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

O sentido da vida

Acho que o acto de viver só faz realmente UM sentido, se existir alguma coisa depois do momento da morte, algo mais do que a simples escuridão eterna. Podemos arranjar pequenos sentidos para ocupar a nossa vida mas, O sentido da vida, só existirá nesse caso.

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Ser-se maior

Por vezes, penso que se é maior quando se sabe ser mais pequeno do que quando se tenta manter a superioridade a que temos direito.

Quer queiramos, quer não, somos arrastados para hierarquias em grande parte daquilo que é a nossa relação com pessoas além daquele indivíduo no espelho. Nem sempre as hierarquias são correctas, nem sempre a pirâmide tem um ângulo agudo no topo, nem sempre os níveis estão assim tão separados uns dos outros... mas existem.
E por vezes os de lá de cima podem querer impor-se injustamente sobre os de lá de baixo e é aí que os pratos da balança começam a abanar e a dúvida surge:
Quando é que se é realmente superior? Quando se luta conta a superioridade duvidosa dos outros? Ou quando se sabe ser pequeno e manter as ideias grandes?

Por vezes, limitar-mo-nos à nossa pequenez é sermos mais inteligentes... maiores...