A possibilidade de uma pessoa ter muito dinheiro deveria estar limitada por um valor mínimo quantitativo de bom gosto, ou seja, um indivíduo só poderia ser rico se tivesse um certo nível de bom gosto.
sexta-feira, 29 de junho de 2012
quarta-feira, 27 de junho de 2012
Pequeno diário 40 x3
Esta noite sonhei que fui mudar de penteado. Infelizmente, acordei antes de me ver ao espelho e não consegui saber se era ou não boa ideia fazê-lo na realidade.
De manhã vi um casal a enfiar na bagageira do carro uma mala térmica, um guarda-sol e um conjunto de toalhas de praia. Inveja logo pela manhã...
O carro que, ontem ao fim da tarde, estava mal estacionado numa rua estreita com os quatro piscas ligados e uma janela meia aberta, estava hoje de manhãzinha no mesmo sítio, na mesma situação.
terça-feira, 26 de junho de 2012
sábado, 23 de junho de 2012
Mais uma vez a falar de sonhos
Eu já sabia que a minha memória só serve para guardar gigas e gigas de informação inútil e/ou antiquíssima, mas hoje tive a prova base dessa minha característica.
O meu cérebro ocupa-se a guardar memórias de personagens.
Passo a explicar: hoje sonhei que uma pessoa qualquer (daquelas que aparecem nos sonhos e que conhecemos sem saber quem são), falou sobre o vidro partido de uma janela, vidro esse que essa pessoa partiu... *pausa dramática* num sonho que tive há umas semanas atrás!
Não te cures, Rui Pi... não te cures...
quinta-feira, 21 de junho de 2012
Pequeno diário 38
Sabem aquela sensação de querer fazer "cenas", apesar de não saberem bem que tipo de "cenas"?
É como me sinto.
quarta-feira, 20 de junho de 2012
Mundo perfeito
Há um mundo de fantasia perfeito, onde a magia acontece e me faz acordar sempre sorridente.
Por vezes esqueço-me que vivo sozinho nesse mundo.
segunda-feira, 18 de junho de 2012
Os pardais estão ali outra vez
- Olha! Lá estão ali os pássaros empoleirados outra vez. - diz-lhe ela, com voz animada, enquanto as suas mãos enrugadas trabalham o croché.
- Acho que devem ser mesmo pardais. - responde-lhe ele com interesse, levantando-se a custo do sofá e levando o corpo velho até ao peitoril da janela.
Não sei bem o que pensar deste tipo de conversa. Por um lado acho querido um velho casal de velhos falar sobre os pardais que todos os dias ocupam o mesmo poiso, aproveitando a simplicidade da vida e das coisas pequenas. Por outro, receio um dia ser eu um dos velhos de um velho casal e não ter nada de mais interessante e profundo para falar com a outra velha metade. Perder-me numa vida longa onde já quase tudo o que havia para ser dito já o foi...
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