sexta-feira, 1 de junho de 2012

Ver as cores

Por vezes, as melhores coisas da vida são as mais simples, as mais pequenas, as mais banais. Um pires de amendoins e um copo de coca-cola com gelo são uma dessas pequenas coisas, desses pequenos prazeres.


Ver a cores é outro deles.
Outro dia apercebi-me que à minha frente, olhando em direcção ao horizonte, conseguia ver, ao mesmo tempo, vermelhos, laranjas, amarelos, verdes, pretos, cinzentos, azuis, brancos, castanhos...  Sem drogas nenhumas, o meu cérebro aumentava automaticamente a saturação da imagem até sentir o prazer que é ver tantas cores de uma só vez... até pestanejar e voltar tudo ao seu tom normal.
Torna-se quase uma espécie de transe... fixar o infinito e tomar consciência do que se vê, manipular as cores de forma irreal até que um literal piscar de olhos faz reparar que a realidade não é assim...

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Peixes voadores

A nível artístico, visual, conceptual e imaginário, tenho um fraquinho por criaturas aquáticas que voem. 
Sejam peixinhos dourados ou baleias, acho imensa piada ao facto de ver animais desse género sendo representados como voadores, passeando pelos ares... pairando com as nuvens...

"Gone Fishing

"Dream World"

"Worlds In Collision"

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Coisas que o sono faz

Acordei umas três vezes a meio da noite, preocupado que o meu despertador não tocasse porque... estava sem dinheiro no telemóvel.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Coça

Atravessei uma porta e levei com uma teia de aranha na cara. Agora estou cheio de comichões pelo corpo todo.
Damn you, reacções psicossomáticas!

domingo, 20 de maio de 2012

Pequeno diário 35

Síndrome de Domingo à tarde: não ter mais nenhuma posição para estar sentado. Ir escorregando até eventualmente ficar sentado no chão a olhar para o infinito.

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Contentamento

A bela sensação quente de contentamento pode aparecer de várias formas.

Hoje estive com uma das professoras que mais me marcou e de que mais gostei ao longo de todo o meu percurso escolar.
Não a via há mais de sete anos, desde os tempos em que tinha cabelo rapado e óculos fundo de garrafa. Reconheceu-me não só a cara, mas o também o nome.

Fiquei contente.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Pequeno diário 34

Se eu não estivesse num hospital, iria jurar que o senhor de torso em V, óculos de aviador, encostado à parede, ar de pintas e vestido de bombeiro seria um stripper.