terça-feira, 20 de dezembro de 2011
Preocupação
Começo a preocupar-me realmente com o aquecimento global e com o degelo das calotes polares quando vejo um jipe da Polícia Marítima em Vila Real, a quase 100 km de distância do mar.
domingo, 18 de dezembro de 2011
Assombrações
Das duas uma: ou há alguma nave espacial interestelar enterrada por baixo da minha casa que agora se activou e se prepara para voar para outro planeta, dando ao ar à sua volta uma carga electromagnética demasiado forte, ou está assombrada.
Mais ou menos ao mesmo tempo, diversas coisas começaram ficar estranhas por estes lados. A máquina do café avariou; a máquina de lavar roupa começou a verter água; a máquina de lavar louça avariou; a caldeira avariou (aceita-se água quente como prenda de Natal); o telemóvel da minha mãe anda a fazer barulhos muito estranhos quando faz chamadas (idênticos aos modems antigos a ligarem-se à internet); uma das luzes de emergência aqui de casa, de vez em quando, começa a piscar a diferentes velocidades; uma das chávenas de café desapareceu para parte incerta; o telemóvel de uma tia, quando veio cá a casa, começou a ligar-se e desligar-se automaticamente; o mesmo quadro, colado à parede com aquelas cenas fixes de colar coisas à parede, já caiu pela terceira vez... sempre o mesmo quadro, apesar de ser colado com diferentes fitas e em diferentes sítios da parede.
Será um verdadeiro espírito de Natal?
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Espírito natalício
Em anos passados, por esta altura, já o meu wallpaper teria uma qualquer imagem relacionada com pinheiros, azevinhos, luzinhas, pai-natal ou neve. Em anos passados, por esta altura, já a minha playlist estaria cheia de músicas com sinos e versões e mais versões de clássicos de Natal. Em anos passados, por esta altura, já eu chateava tudo o que era gente à minha volta enquanto traulitava "Joy to the world" over and over again.
Este ano, sabe-se lá porque motivo, ainda não fui atingido com o espírito natalício. Será porque não tenho passado muito tempo em casa? Será que é por não ter perspectivas de umas férias de Natal como antigamente, com direito a duas semanas sentado no sofá, em frente à lareira, a ver tudo o que é porcaria televisiva?
Até poderia dizer que "estou demasiado velho para o Natal", mas eu sou daqueles que acredita que o Natal não tem idades.
E enquanto escrevo isto faz-se uma luz na minha cabeça! Já sei o que me falta!
Rabanadas!!!!
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
Pequeno diário 12
Passei uma manhã a ler páginas e páginas de artigos científicos, com vista a corrigir toda uma página de uma revisão bibliográfica, até que descobri uma palavra que, colocada no sítio certo, faz tudo o pretendido.
Pequeno prazer.
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
Sabe melhor do que um pires de amendoins
A vida é feita de pequenos prazeres. Aqui falo, entre outras coisas, desses pequenos prazeres, com referência aquele pequeno grande prazer máximo que é um pires de amendoins, acompanhado por uma coca-cola fresquinha. Mas a vida é uma coisa que, apesar de pequena, é bem grande. Tem espaço suficiente para toda uma imensidade de prazeres de vários tamanhos.
Hoje tive um daqueles prazeres que consegue superar o sabor de bons amendoins: encontrar uma nota de 20 euros no bolso das calças!
Agora pergunto-me que bebida acompanha bem este tipo de acontecimento.
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
Pequeno diário 11
Se o instinto me diz para ficar na cama, então devo segui-lo! Teimo em ignorar este tipo de pensamentos, em detrimento do que penso ser o correcto, e depois lixo-me.
Caro instinto, para a próxima fico contigo na cama!
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
Risos, choros e gritos
Ontem, depois de dois terços de maratona de «Senhor dos Anéis», lembrei-me que poderia usar este belo espaço para questionar os leitores sobre algo que apoquenta o meu lado cinéfilo à uns tempos:
Sou eu o único que reparo que, em muitos filmes, os gritos de gente ferida e/ou a morrer (em grandes guerras e tal) e choros e risos de crianças são sempre iguais?
Tentem reparar. Há berros que são iguaizinhos de filme para filme, e até de filme para jogo de computador ou consola.
Já tinha reparado nisto há bastante tempo (leia-se, uns bons anos), e outro dia vi algures que existe uma espécie de biblioteca de sons que o pessoal dos filmes usa. Se calhar fazer sons novos custa mais do que aquilo que vale, mas não podiam aumentar um bocadinho a tal biblioteca? Eu não sou a pessoa mais atenta do mundo e reparo nisso... imagino como será para os devoradores de películas estar sempre a ouvir as mesmas mortes e os mesmos putos ranhosos.
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