Porque é que as bolachas Maria não sabem como antigamente? Estou fulo!
terça-feira, 15 de novembro de 2011
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
Pequeno diário 7
Porque a minha mente gosta sempre de me surpreender e de aumentar o seu nível de espectacularidade, hoje sonhei com zombies E dinossauros.
domingo, 13 de novembro de 2011
Escrito versus falado
Acho que sou muito mais interessante quando comunico por via escrita do que em conversa de voz. O conteúdo deste blog pode não o comprovar, mas é a verdade.
Não sou fã de chamadas telefónicas, não sou propriamente eloquente quando falo e a conversa torna-se ainda menos interessante se lhe adicionar-mos um sotaque não muito elegante e uma dicção que às vezes teima em não ser das melhores.
A realidade é que, mesmo em conversas de mensagens instantâneas, as minhas respostas imediatas são muito mais válidas/interessantes/convincentes/divertidas/acertadas/etc. do que se estivesse a ter exactamente a mesma conversa, mas falada. Acho que o meu cérebro tem uma melhor ligação com a ponta dos meus dedos do que com a "ponta da língua". O facto é que, na minha cabeça, a conversa funciona exactamente da mesma maneira... o problema é que a tradução da conversa da cabeça para a conversa real ocorre de maneiras diferentes se for falada ou escrita.
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Pequeno diário 6
Hoje vi um pardal a alimentar-se dos restos mortais de um gato atropelado. Isto não agoira nada de bom...
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Primeira vista
As aparências iludem.
Quem vê caras não vê corações.
São coisas que se dizem mas que para mim fazem pouco sentido. Isto porque sempre tive uma tremenda facilidade para rapidamente tirar a pinta das pessoas que conheço. A simpatia pode ser imensa mas há algo que me diz que aquilo é maçã com bicho (ou castanha, já que estamos no tempo delas). O ar pode até ser carrancudo e a maneira de falar não passar de cuspidelas de palavras, mas consigo ver que há ali boa pessoa.
Mas as aparências iludem e quem vê caras não vê corações... são coisas que se dizem. E uma pessoa, ao crescer a ouvi-las pensa que se calhar não devia de julgar os livros pelas capas*. E passa a não julgar.
Mas ao crescer, vai-se conhecendo melhor os meandros sombrios que são as personalidades daqueles com quem nos damos. E das duas uma: ou apercebo-me que afinal a capa que mais ninguém via a não ser eu era verdadeira, e aprendo; ou continuo a tentar ser boa pessoa e a dar segundas oportunidades àquelas máscaras.
Escolhi a primeira opção. Mas guardo para mim a informação. Na altura certa, caso necessário, digo que já era assim à muito tempo.
*Literalmente, eu não julgo os livros pela capa.
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Plano de fuga
Quando era miúdo e tinha que ficar sozinho em casa, na minha cabeça havia a formação imediata de um plano de emergência, caso o apartamento fosse invadido por um assaltante.
Tinha uma rota que passava obrigatoriamente pela cozinha, para uma visita à gaveta das facas grandes, e que acabava ou num esconderijo no meu quarto, ou num dos quartos-de-banho. Depois disso, das duas uma: ou fugia rapidamente para fora de casa (sem ser visto, obviamente) e ia alertar a minha mãe onde quer que ela estivesse; ou dava uma facada ao bandido, trancava-o numa das divisões da casa e só depois iria alertar a progenitora. Naquela altura, para mim, um assaltante seria provavelmente um toxicodependente. E com sete ou oito anos e um facalhão na mão, conseguiria dominar bem um drogado... pelo menos o suficiente para o deixar estendido no chão (porque eles são todos magrinhos e atrasados mentais, como toda a gente sabe. Sabia-o eu naquela época, pelo menos...).
Ora, hoje sonhei que havia uma invasão de zombies e descobri que o mesmo plano que, em puto, servia para sobreviver a um assalto, seria também eficaz o suficiente para, no mínimo, eu me conseguir enfiar no carro e fugir de um bando gente podre a tentar entrar em minha casa. Precisaria apenas de mais uma pessoa para servir de isco-vivo, mas isso são pormenores.
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